Partimos no sábado, dia que Suesca comemorava seus 472 anos de fundação. A alvorada cantada por dois benditos galos colombianos aconteceu às 4h da manhã. Pegamos o primeiro ônibus para Bogotá (5.300 pesos). Viagem rápida e chegamos ao Portal Del Norte da Transmilênio, de lá pegamos outro ônibus (1.300 pesos) até a Estação Av. Jimenez, descemos e caminhamos até a Estação Ferroviária La Sabana, um prédio antigo, com um condor no topo e uma feira de cacarecos em frente, bem no estilo Praça XV do Rio de Janeiro. Antes comemos uma arepa (espécie de broa de milho com recheio de queijo) com café em um boteco antes da estação e de lá compramos os ingressos do trem turístico para Zipaquirá (32.000 pesos). Amanda queria conhecer a Catedral de Sal e eu fiquei curioso pra ver a atração mais visitada do país também.
O trem saiu às 8h30min, fez sua primeira parada em Usaquen, onde subiu uma banda típica de música colombiana, negócio animado, gostei :) Paramos mais uma vez em outra estação e depois em Zipaquirá, compramos os ingressos para a catedral e o transporte do trem até lá (20.000). Descemos do trem, pegamos o ônibus, desembarcamos e passamos pelo túnel de entrada da atração, é interessante, mas não é aquela coisa de óóóó, que negócio mais lindo do mundo, vale a visita pra matar a curiosidade. No estilo turistão, compramos algumas lembrancinhas e pegamos o ônibus para Cajica, onde almoçamos e pegamos o trem de volta até a Estação de La Sabana, em Bogotá, com a bandinha animando o povo :) Perguntamos como chegar ao aeroporto, nos indicaram que era melhor um táxi, já que os ônibus dariam uma volta gigantesca. Assim fizemos, menos de meia hora depois havíamos chegado, pagamos os 15.000 pesos combinados e aguardamos o horário. Harold nos encontrou um pouco depois das 19h, como havia combinado, acertamos as contas, nos despedimos e cumprimos toda a burocracia internacional. Decolamos às 21h30h de um sábado chuvoso, desejando ter mais tempo para conhecer outras atrações desse país que nos recebeu tão bem.
Obrigado a todos os amigos que fizemos, pela apoio prestado, informações fornecidas e paciência que tiveram. Harold e Migue por tudo isso e pela comida maravilhosa, aos outros habitantes da casa pela receptividade e ao Leandro por fazer os contatos, obrigado de verdade, sem vocês essa viagem não teria nem acontecido.